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terça-feira, 23 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Paul McCartney paga mico ao levar tombo no Morumbi
O maior nome vivo da música pop no planeta levou um tombo na noite deste domingo (21), quando saia do palco após o show realizado no Morumbi, em São Paulo. O mico foi registrado por um cinegrafista amador, que filmava o telão no momento da queda.
domingo, 21 de novembro de 2010
Reportagem da semana: Emissora tem passado surjo e inúmeros processos,record e suas polêmicas

Confira abaixo as principais e mais polêmicas acusações a Edir Macedo:
Em Agosto de 1989 o jornalístico Documento Especial da Rede Manchete (hoje RedeTV!) apresentou uma das primeiras reportagens criticando os meios da IURD de pregar a instituição dos dízimos e dos ofertórios.
Na década de 90, após a compra da Rede Record, surgiu na mídia nacional uma série de matérias em formato de denúncia acerca de supostos crimes de Edir Macedo. Além disso, foram relatadas críticas a doutrina seguida pelos membros da Igreja Universal do Reino de Deus.
Em 1992, Macedo foi preso sob acusações de charlatanismo, curandeirismo e envolvimento com tráfico de drogas. Macedo foi inocentado das acusações e liberado. Uma foto tirada nesta época, na carceragem da 91° DP (Vila Leopoldina), em São Paulo (tornou-se um dos símbolos dos fiéis da Igreja Universal) e acabaria por ilustrar a capa de uma biografia do bispo em 2007.
Em 1995, o Jornal Nacional (da Rede Globo) apresentou uma matéria-denúncia sobre como Macedo ensina seus bispos e pastores a convencerem os fiéis da IURD a darem ofertas e dízimos, em meio a brincadeiras com o dinheiro arrecadado e frases como "ou dá ou desce", referindo-se a fiéis que não davam o dízimo. Entre os bispos estaria Carlos Rodrigues, mais conhecido como Bispo Rodrigues.
No auge do incidente do "Chute na santa" foi apresentada mini-série na Rede Globo, chamada Decadência. A série falava sobre a vida de um pastor evangélico corrupto e devasso, interpretado por Edson Celulari. Segundo um documentário da Rede Record sobre a prisão de Macedo, algumas falas do personagem foram retiradas de trechos de declarações públicas de Edir Macedo, para sugerir uma identificação entre ambos.
Edir Macedo também foi denunciado pelo Ministério Público por importação fraudulenta de equipamentos e uso de documento público falso e um processo foi aberto pela Justiça Federal,[13] processo que já foi arquivado por terem sido Edir Macedo e diretores da Rede Record considerados inocentes pela Justiça.

Em 2009, novamente foi alvo de denúncias, desta vez pelo Ministério Público de São Paulo. A ação criminal foi aberta pelo juiz Gláucio de Araujo, da 9ª vara criminal de SP, na qual acusa o bispo e mais nove pessoas ligadas a ele. Todos foram acusados pelos crimes de lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Segundo a denúncia da promotoria, Macedo e os outros acusados teriam feito desvio de dinheiro de doações de fiéis, também se aproveitando da isenção de impostos oferecida a igrejas de qualquer culto, determinada pela constituição brasileira. De acordo com a denúncia, aceita pela justiça, para esconder a origem do dinheiro, o bispo e os outros acusados teriam usado um esquema de lavagem de dinheiro que envolveria empresas de fachada no Brasil e no exterior. Os recursos então voltaram ao Brasil, na forma de empréstimos feitos pelos chamados "laranjas" de Edir Macedo e foram usados para comprar empresas. A denúncia ainda está sendo apurada. Diversas emissoras de televisão brasileira, como a Rede Globo, SBT, Rede Bandeirantes e RedeTV! divulgaram a denúncia. Porém, as matérias veiculadas pela Rede Globo foram consideradas pela Rede Record como "desespero da concorrência" e, com isso, a emissora paulista exibiu em seus jornais reportagens atacando a emissora carioca. No dia 19 de outubro de 2010, foram anuladas todas as acusações do Ministério Público de São Paulo contra o Edir Macedo e mais nove pessoas, pois a denúncia foi considerada uma investigação ilegal. Em Maio, o presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo já havia anulado algumas provas do processo que já indicava uma investigação ilegal.
reportagem do RD1 AUDIÊNCIA
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
ANULA OU NÃO ANULA?Procurador do Ceará diz que vai recorrer da decisão sobre novo Enem

O procurador da República do Ceará, Oscar Costa Filho, disse na tarde desta sexta-feira (19), após audiência pública com estudantes, que vai recorrer da decisão do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, do Recife, que suspendeu a liminar que garantia o direito a todos os alunos que sentiram prejudicados pelas falhas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
Para Costa Filho, o presidente do TRF, Luiz Alberto Gurgel de Faria, “exorbitou no limite de sua própria competência” ao cassar a liminar, já que “se trata de um caso de direito, de legalidade."
Essa liminar concedida pela Justiça Federal do Ceará, na quarta-feira (17), assegurava a todos os estudantes que participaram do Enem e se sentiram prejudicados pela prova amarela ou pela inversão dos cabeçalhos nos cartões de resposta o direito de fazer uma nova prova se quisessem. A única obrigação era de que o estudante fizesse um requerimento no site do Enem, de acordo com a decisão.
O procurador afirmou ao G1 que nenhum dos procedimentos que o MEC propôs para resolver as falhas - a correção invertida e reaplicação do exame a quem fez a prova amarela - contempla todos os prejudicados.
"O MEC não tem como saber quem foi prejudicado. Os fiscais podem não ter registrado todos os problemas, pois não tinham treinamento. Os alunos terão acesso às atas? Decidir a vida dos estudantes de forma unilateral é uma violência", afirma.
Nesta terça-feira (23), o procurador Oscar Filho se reúne com o um grupo de trabalho na área de educação na Procuradoria Geral da República, em Brasília.
O diretor do diretório central dos estudantes da Universidade Federal do Ceará (UFC), Pedro Ribeiro, disse a entidade ainda não tem uma posição se ou não favorável à aplicação de um novo Enem a todos que se sentiram prejudicados. "Estamos preocupados com o calendário das universidades. No ano passado já tivemos problemas por causa dos atrasos", diz Ribeiro.
A assessoria de imprensa do TRF disse que só vai ser pronunciar no processo. Sobre as declarações do procurador, a assessoria do MEC informou que não vai se manifestar.
G1
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Para AGU, decisão da Justiça do CE 'ataca' Enem 2010
A Advocacia-Geral da União (AGU) recorreu nesta quinta-feira(18) ao Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), no Recife, para solicitar que se estenda os efeitos da decisão que derrubou a suspensão do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) à liminar concedida pela juíza federal Karla de Almeida Miranda Maia. A liminar abre a possibilidade de refazer a prova a todos os alunos que se considerarem prejudicados pelas falhas das avaliações. Para a AGU, a nova decisão "ataca" o Enem 2010.
A liminar diz que os candidatos prejudicados pela inversão da ordem do cabeçalho do cartão-resposta e aqueles que receberam o caderno de cor amarela, com erro de impressão, podem fazer um novo teste. O Ministério da Educação (MEC), no entanto, entende que a reaplicação deve se restringir aos casos notificados nas atas das salas onde o exame foi feito.
Para a AGU, a decisão tem como "único e mesmo objeto atacar o Enem 2010 e as providências adotadas para a sua resolução", conforme recurso protocolado no TRF-5.
A AGU entende que a liminar "provoca grave lesão à ordem pública" e que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o consórcio Cespe/Cesgranrio, responsável pela aplicação do exame, estão "examinando o teor das atas de cada local de prova e cotejando as ocorrências registradas com os requerimentos formulados pelos candidatos".
A nova decisão, argumenta a AGU, "delega aos alunos a possibilidade de optarem se, individualmente, desejam ter sua primeira avaliação anulada, sem qualquer verificação objetiva de prejuízo efetivo". "Até que se verifique efetivamente se houve outras ocorrências e de que ordem seriam, mostra-se amplamente temerário determinar ampla realização de nova prova", defende a AGU.
Atas
O Estado do Paraná concentra, até agora, o maior número de casos de problemas notificados durante a aplicação do Enem. O governo mantém a estimativa de que esse grupo represente 0,1% dos cerca de 3,3 milhões de alunos que se submeteram à avaliação. O trabalho de checagem das 128 mil atas deve ser concluído ainda nesta semana, informou o ministro da Educação, Fernando Haddad.
A liminar diz que os candidatos prejudicados pela inversão da ordem do cabeçalho do cartão-resposta e aqueles que receberam o caderno de cor amarela, com erro de impressão, podem fazer um novo teste. O Ministério da Educação (MEC), no entanto, entende que a reaplicação deve se restringir aos casos notificados nas atas das salas onde o exame foi feito.
Para a AGU, a decisão tem como "único e mesmo objeto atacar o Enem 2010 e as providências adotadas para a sua resolução", conforme recurso protocolado no TRF-5.
A AGU entende que a liminar "provoca grave lesão à ordem pública" e que o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e o consórcio Cespe/Cesgranrio, responsável pela aplicação do exame, estão "examinando o teor das atas de cada local de prova e cotejando as ocorrências registradas com os requerimentos formulados pelos candidatos".
A nova decisão, argumenta a AGU, "delega aos alunos a possibilidade de optarem se, individualmente, desejam ter sua primeira avaliação anulada, sem qualquer verificação objetiva de prejuízo efetivo". "Até que se verifique efetivamente se houve outras ocorrências e de que ordem seriam, mostra-se amplamente temerário determinar ampla realização de nova prova", defende a AGU.
Atas
O Estado do Paraná concentra, até agora, o maior número de casos de problemas notificados durante a aplicação do Enem. O governo mantém a estimativa de que esse grupo represente 0,1% dos cerca de 3,3 milhões de alunos que se submeteram à avaliação. O trabalho de checagem das 128 mil atas deve ser concluído ainda nesta semana, informou o ministro da Educação, Fernando Haddad.
Mais uma prova pela frente

Ainda com a cabeça nesta “situação pós-Exame Nacional do Ensino Médio (Enem)”, muitos candidatos vão enfrentar mais uma bateria de perguntas de uma outra prova, no início de dezembro, desta vez da primeira fase do Vestibular de 2011.1 da Universidade Federal do Ceará (Uece).
A primeira fase, a ser realizada no dia 5 de dezembro, é composta por uma prova de Conhecimentos Gerais de múltipla escolha (Língua Portuguesa, Língua Estrangeira, Geografia, História, Matemática, Física, Química e Biologia).
Atenção ao horário!
A Comissão Executiva do Vestibular (CEV) informa que a prova tem duração de quatro horas, com inicio às 9h, prosseguindo até às 13h. Neste Vestibular, foram oferecidas 2.225 vagas, sendo 1.390 para os cursos da Capital e 835 vagas para as seis unidades no interior do Estado.
E quem passar na 1ª…
A segunda fase do certame acontecerá nos dias 19 e 20 de dezembro (domingo e segunda-feira), com a realização de quatro provas: uma de Redação e três Específicas.
Mais informações?
(85) 3101.9710 / 3101.9711
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Enem pode ser reaplicado em dezembro e calendário universitário será mantido, diz Haddad

O ministro da Educação, Fernando Haddad, disse hoje (17) que a reaplicação de provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderá ocorrer no próximo mês. Ainda segundo ele, isso permitirá que os resultados sejam divulgados no prazo acertado com as universidades federais que utilizarão as notas do exame para admissão de candidatos.
Durante audiência pública na Câmara dos Deputados, Haddad voltou a afirmar que a reformulação do Enem por meio do uso da Teoria de Resposta ao Item (TRI) é o único argumento que sustenta a ideia de reaplicar a prova somente para alunos que se sentiram prejudicados com os problemas registrados no cartão de respostas e no caderno amarelo.
“Até 2008, as edições não eram comparáveis entre si. Quando havia qualquer problema, o Enem era reaplicado sem que ninguém reivindicasse a realização de um exame para todas as pessoas”, disse. “Só que, agora, estamos munidos de uma tecnologia que tem aval internacional”, completou.
Para o ministro, a TRI permite localizar o problema, reaplicar a prova para os candidatos afetados e salvaguardar o calendário universitário. “No ano passado, ali sim, justificava o adiamento, porque afetaria totalmente as condições de isonomia. Foi cometido um crime”, afirmou, ao se referir ao vazamento de provas do Enem em 200
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
Raios já mataram 72 pessoas no Brasil em 2010

Levantamento preliminar feito pelo Grupo de Eletricidade Atmosférica (Elat) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) mostra que até a primeira semana de novembro 72 pessoas morreram no país atingidas por raios. Nos 12 meses de 2009, 131 pessoas foram mortas devido às descargas elétricas.
No Brasil caem, por ano, cerca de 50 milhões de raios. Desse total, aproximadamente 80% ocorrem entre outubro e março. De 2000 a 2009, o estado em que mais caíram raios, em média, por ano, foi o Amazonas (11 milhões), seguido pelo Pará (7, 3 milhões) e por Mato Grosso (6,8 milhões). No mesmo período, o estado de São Paulo registrou o maior número de mortes (230), seguido pelo Rio Grande do Sul (106) e por Minas Gerais (99).
Dados do Inpe indicam que a média de mortes ao ano provocadas por raios, entre 2000 e 2009, foi de 131. “Noventa por cento das mortes ocorridas no país se deram em circunstâncias que poderiam ter sido evitadas se as pessoas tivessem mais informações e se seguissem as recomendações de proteção”, afirma o coordenador do Elat, Osmar Pinto Junior.
O Inpe alerta que o maior perigo é ficar em local descampado, como os campos de futebol, as pastagens, estradas, montanhas ou à beira de lagos. Procurar abrigo debaixo de árvores é um erro muito comum e pode ser fatal. Se não for possível entrar em uma residência, o melhor é ficar agachado no chão, com as mãos na nuca e os pés juntos.
...DIÁRIO DO NORDESTE....
domingo, 14 de novembro de 2010
Veja lista de problemas do Enem 2010
o portal G20 mostra agora para você a lista com os problemas do ENEM.
Saiba quais foram os problemas encontrados no Exame Nacional do Ensino Médio deste ano
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é questionado pela justiça e o Ministério da Educação diz que os problemas são pontuais e podem ser resolvidos com aplicação de nova prova com mesmo grau de dificuldade. Veja quais foram os problemas:
Redação
Delegado federal da Bahia investiga denúncia de professores de que alunos de Pernambuco comentavam que o tema da redação seria trabalho e escravidão antes da prova que confirmou o assunto. O caso ainda está sendo investigado.
Questão errada
Uma pergunta incluía trecho do livro “1808” de Laurentino Gomes com erro de data (afirmava que a abertura dos portos no Brasil ocorreu em 1810). Segundo o MEC, a confusão não impedia que o candidato chegasse à resposta correta.

Mensagem por celular
Um repórter do Jornal do Comércio que fez o exame enviou uma mensagem com o tema da redação pelo celular ao ir ao banheiro, meia hora após o início do teste. Candidatos confirmam que era possível colar. A polícia investigará candidatos que descumpriram regra.
Impressão
Um lote de 33 mil provas foi impresso com erro de ordenação. Segundo a gráfica, foram distribuídas 21 mil destas para candidatos no sábado. A maioria teria percebido e recebido um caderno substituto, mas calcula-se que 2 mil provas tenham sido preenchidas com erro.
Gabarito invertido
No primeiro dia de prova as primeiras questões eram de Ciências Humanas e as últimas de Ciências da Natureza, mas o gabarito invertia a ordem. Os fiscais pediram para preencher a resposta conforme o número da questão, mas algumas pessoas dizem ter feito o contrário. O MEC disse que fará site para que prejudicados informem como preencheram, mas suspensão do exame pela Justiça adiou medida.
Distância
O local da prova foi agendado por ordem alfabética e em muitos casos ficava bastante longe do endereço do candidato. Alguns atrasados e ausentes culparam a distância que em alguns casos era de até 30 quilômetros.
Restrição
O Edital permitiu apenas uso de caneta preta com tubo transparente e houve reclamações de estudantes que consideravam relógio e lápis essencial. O Ministério Público Federal do Espírito Santo pediu liminar para liberar objetos, mas foi negada.
Saiba quais foram os problemas encontrados no Exame Nacional do Ensino Médio deste ano
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) é questionado pela justiça e o Ministério da Educação diz que os problemas são pontuais e podem ser resolvidos com aplicação de nova prova com mesmo grau de dificuldade. Veja quais foram os problemas:
Redação
Delegado federal da Bahia investiga denúncia de professores de que alunos de Pernambuco comentavam que o tema da redação seria trabalho e escravidão antes da prova que confirmou o assunto. O caso ainda está sendo investigado.
Questão errada
Uma pergunta incluía trecho do livro “1808” de Laurentino Gomes com erro de data (afirmava que a abertura dos portos no Brasil ocorreu em 1810). Segundo o MEC, a confusão não impedia que o candidato chegasse à resposta correta.

Mensagem por celular
Um repórter do Jornal do Comércio que fez o exame enviou uma mensagem com o tema da redação pelo celular ao ir ao banheiro, meia hora após o início do teste. Candidatos confirmam que era possível colar. A polícia investigará candidatos que descumpriram regra.
Impressão
Um lote de 33 mil provas foi impresso com erro de ordenação. Segundo a gráfica, foram distribuídas 21 mil destas para candidatos no sábado. A maioria teria percebido e recebido um caderno substituto, mas calcula-se que 2 mil provas tenham sido preenchidas com erro.
Gabarito invertido
No primeiro dia de prova as primeiras questões eram de Ciências Humanas e as últimas de Ciências da Natureza, mas o gabarito invertia a ordem. Os fiscais pediram para preencher a resposta conforme o número da questão, mas algumas pessoas dizem ter feito o contrário. O MEC disse que fará site para que prejudicados informem como preencheram, mas suspensão do exame pela Justiça adiou medida.
Distância
O local da prova foi agendado por ordem alfabética e em muitos casos ficava bastante longe do endereço do candidato. Alguns atrasados e ausentes culparam a distância que em alguns casos era de até 30 quilômetros.
Restrição
O Edital permitiu apenas uso de caneta preta com tubo transparente e houve reclamações de estudantes que consideravam relógio e lápis essencial. O Ministério Público Federal do Espírito Santo pediu liminar para liberar objetos, mas foi negada.
sábado, 13 de novembro de 2010
seis estados deverão refazer a aprova do ENEM

Com a queda da liminar que tinha suspendido o Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), o Ministério da Educação começa, agora, a organizar a reaplicação das provas para os candidatos prejudicados pelo problema nos 21 mil cadernos de prova amarelos que apresentaram erro de montagem e não continham todas as 90 questões.
Inicialmente, o MEC estimou que 10% dos 3,3 milhões de alunos que se submeteram às provas no último fim de semana não teriam conseguido trocar os cadernos com problemas. Mas os dados levantados até agora mostram que o número é bem menor.
Até o momento, menos de 200 ocorrências foram identificadas, em seis Estados: Minas Gerais, Distrito Federal, Pernambuco, Sergipe, Paraná e Santa Catarina.
O levantamento desses estudantes que terão direito a refazer as provas de ciências da natureza e humanas, aplicadas no último sábado (6), está sendo feito a partir das atas das 128 mil salas de prova. Esse documento é utilizado pelos fiscais para relatar qualquer problema que tenha ocorrido durante a aplicação.
Só vão poder refazer a prova aqueles participantes que tinham o caderno com erro, relataram o defeito ao fiscal e não puderam trocar o material.
Como ainda não está definido o total de estudantes que participarão da reaplicação do Enem, ainda não está marcada a data da prova. Mas o MEC trabalha com a possibilidade de realizá-la no dia 4 de dezembro.
Como apenas os cadernos do sábado apresentaram o defeito, só será necessário um dia para aplicar o exame aos prejudicados.
G1
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Estudantes vão às ruas protestar pelo descaso com a educação
Veja vídeo exclusivo, obtido pela câmera do estudante de jornalismo Juscelino Filho:
Nesta sexta-feira (12), os alunos cearenses que fizeram o Exame se concentraram em frente à Reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC), a partir das 13h. O protesto foi organizado na comunidade do Orkut."PROTESTO ENEM-CE"
Às 16h, os protestantes interditaram a Avenida da Universidade, no bairro Benfica.
Vestidos com as cores verde e amarela, com os rostos pintados e nariz de palhaço, eles fizeram barulho com apitos e atrapalharam o trânsito do local.
Estudantes fazem manifestações também pela Internet
Desde a repercussão negativa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), estudantes de todo o país se reúnem na Internet para marcar protestos contra a falta de organização da prova.
No Ceará, os candidatos criaram uma comunidade no Orkut para trocar informações sobre a repercussão dos problemas do exame.
“Não somos nem a favor nem contra a anulação da prova do Enem. Faremos esse protesto, juntamente com alunos de todo o Brasil, a fim de demonstrar a nossa revolta para com todo o descaso das autoridades em relação à educação brasileira”. É o que diz descrição da comunidade.
Nesta sexta-feira (12), os alunos cearenses que fizeram o Exame se concentraram em frente à Reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC), a partir das 13h. O protesto foi organizado na comunidade do Orkut."PROTESTO ENEM-CE"
Às 16h, os protestantes interditaram a Avenida da Universidade, no bairro Benfica.
Vestidos com as cores verde e amarela, com os rostos pintados e nariz de palhaço, eles fizeram barulho com apitos e atrapalharam o trânsito do local.
Estudantes fazem manifestações também pela Internet
Desde a repercussão negativa do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), estudantes de todo o país se reúnem na Internet para marcar protestos contra a falta de organização da prova.
No Ceará, os candidatos criaram uma comunidade no Orkut para trocar informações sobre a repercussão dos problemas do exame.
“Não somos nem a favor nem contra a anulação da prova do Enem. Faremos esse protesto, juntamente com alunos de todo o Brasil, a fim de demonstrar a nossa revolta para com todo o descaso das autoridades em relação à educação brasileira”. É o que diz descrição da comunidade.
Ministério da Educação libera gabaritos do Enem
Nesta sexta, Justiça derrubou liminar que impedia divulgação da correção.
Cerca de 3,3 milhões de estudantes fizeram o exame no fim de semana.
O Ministério da Educação divulgou no final da tarde desta sexta-feira (12) os gabaritos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado no último fim de semana. A liberação ocorre depois que o Tribunal Regional Federal da 5ª Região derrubou a liminar que suspendeu o exame e a divulgação do resultado das provas.
Veja aqui os gabaritos dos dois dias de prova
CONFIRA AQUI O GABARITO DO ENEM
Cerca de 3,3 milhões de estudantes fizeram o exame no fim de semana.
O Ministério da Educação divulgou no final da tarde desta sexta-feira (12) os gabaritos do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), realizado no último fim de semana. A liberação ocorre depois que o Tribunal Regional Federal da 5ª Região derrubou a liminar que suspendeu o exame e a divulgação do resultado das provas.
Veja aqui os gabaritos dos dois dias de prova
CONFIRA AQUI O GABARITO DO ENEM
Gabarito do Enem será divulgado ainda nesta sexta, diz MEC
Exame e divulgação do gabarito haviam sido suspensos pela Justiça.
Espaço para reclamações também estará disponível nesta sexta.
O gabarito das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a página para reclamações de estudantes que se sentiram prejudicados pelo erro na folha de respostas devem ser lançados ainda nesta sexta-feira (12), de acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Educação (MEC).
A prova e todos os procedimentos referentes ao Enem haviam sido suspensos, em todo o país, no início desta semana, depois de uma liminar concedida pela Justiça Federal do Ceará. Nesta sexta, o presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, derrubou a liminar e liberou o Enem.
Cerca de 3,3 milhões de estudantes participaram do Enem 2010, que ocorreu no último fim de semana. Logo depois da primeira prova, no sábado, alguns inscritos reclamaram de erros na folha de respostas e no caderno de provas amarelo.
Na folha de respostas, os enunciados das áreas de conhecimentos estavam invertidos, na comparação com o caderno de questões. Alguns alunos alegam que preencheram o gabarito de forma invertida. O MEC havia informado que abriria uma página na internet para receber pedidos de correção invertida e que os casos seriam avaliados separadamente. O espaço virtual deveria ser lançado na quarta-feira (10) mas, por causa da decisão judicial, não foi publicado.
No Twitter, nesta sexta, o MEC destacou que "só precisa fazer requerimento quem preencheu questões de Ciências Humanas/Ciências da Natureza na ordem inversa do cartão-resposta".
Estudantes que fizeram a prova amarela reclamaram que faltavam questões, outras estavam repetidas, a sequência numérica estava errada e havia, inclusive, páginas da prova branca incluídas no mesmo caderno. A estimativa é que cerca de 2 mil alunos tiveram problemas com a prova amarela e devem realizar um novo exame.
Segund o MEC, a aplicação dessas provas ainda não tem data marcada, mas não deve demorar. A expectativa é que o novo exame possa ser feito para esse grupo nos dias 4 e 5 de dezembro, data a ser confirmada pelas autoridades.
G1
Espaço para reclamações também estará disponível nesta sexta.
O gabarito das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a página para reclamações de estudantes que se sentiram prejudicados pelo erro na folha de respostas devem ser lançados ainda nesta sexta-feira (12), de acordo com a assessoria de imprensa do Ministério da Educação (MEC).
A prova e todos os procedimentos referentes ao Enem haviam sido suspensos, em todo o país, no início desta semana, depois de uma liminar concedida pela Justiça Federal do Ceará. Nesta sexta, o presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, desembargador Luiz Alberto Gurgel de Faria, derrubou a liminar e liberou o Enem.
Cerca de 3,3 milhões de estudantes participaram do Enem 2010, que ocorreu no último fim de semana. Logo depois da primeira prova, no sábado, alguns inscritos reclamaram de erros na folha de respostas e no caderno de provas amarelo.
Na folha de respostas, os enunciados das áreas de conhecimentos estavam invertidos, na comparação com o caderno de questões. Alguns alunos alegam que preencheram o gabarito de forma invertida. O MEC havia informado que abriria uma página na internet para receber pedidos de correção invertida e que os casos seriam avaliados separadamente. O espaço virtual deveria ser lançado na quarta-feira (10) mas, por causa da decisão judicial, não foi publicado.
No Twitter, nesta sexta, o MEC destacou que "só precisa fazer requerimento quem preencheu questões de Ciências Humanas/Ciências da Natureza na ordem inversa do cartão-resposta".
Estudantes que fizeram a prova amarela reclamaram que faltavam questões, outras estavam repetidas, a sequência numérica estava errada e havia, inclusive, páginas da prova branca incluídas no mesmo caderno. A estimativa é que cerca de 2 mil alunos tiveram problemas com a prova amarela e devem realizar um novo exame.
Segund o MEC, a aplicação dessas provas ainda não tem data marcada, mas não deve demorar. A expectativa é que o novo exame possa ser feito para esse grupo nos dias 4 e 5 de dezembro, data a ser confirmada pelas autoridades.
G1
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
G20: Estudantes ouvidos pelo G1 temem anulação do Enem
Exame está suspenso pela Justiça Federal do Ceará desde segunda (8).
Mais de 3 milhões de inscritos fizeram as provas neste fim de semana
A indefinição sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), aplicado no último fim de semana, tem deixado estudantes angustiados e aflitos. O exame está suspenso em todo o país, desde segunda-feira (8), seguindo decisão da Justiça Federal do Ceará, que afirma que os erros nas provas causaram prejuízo para os candidatos.
O G1 ouviu alunos do Cursinho Popular, em São Paulo, para saber o que pensam sobre a polêmica que envolve o exame que substituiu os vestibulares em grande parte das universidades federais do país. Confira as opiniões:
-----------------------------------------------------------------------------
ENTREVISTA

"O Enem é uma prova muita cansativa, só quem fez tem ideia de como é. Seria injusto obrigar todo mundo a fazer uma segunda prova. Deveria ser algo optativo, valendo a maior nota. Além do mais, é muito complicado dizer que o grau de dificuldade vai se manter. O tema da redação, por exemplo, pode ser muito fácil para alguém e extremamente dificíl para outra pessoa."
Luísa Helena Rodrigues, de 19 anos, quer cursar engenharia civil

"Estudamos muito o ano todo, deixamos de sair, ver amigos e de repente não sabemos mais se tanto esforço valerá a pena. A obrigação do governo era a de reforçar a fiscalização, caso contrário os estudantes ficam à mercê de um erro infantil. Fui bem na prova e acho desncessário exigir que todos refaçam o exame."
Felipe Eduardo Lázaro, de 20 anos, quer cursar ciências sociais

"O Enem é importante por causa da bolsa do ProUni e das oportunidades do SiSU. Mas mesmo que haja uma nova prova, a sensação é de insegurança, pois quem nos garante que não haverá mais erros e problemas?"
Juliana de Araújo Lima, de 23 anos, quer cursar letras

"Tenho a impressão que o governo deixa para preparar o Enem na última hora. Não é possível ter falha por falta de conferência. Desse jeito, cada vez mais, o exame perde credibilidade."
Jéssica Alves, de 18 anos, quer cursar letras
acompanhe a entrevista:
ENTREVISTA: G1
Mais de 3 milhões de inscritos fizeram as provas neste fim de semana
A indefinição sobre o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), aplicado no último fim de semana, tem deixado estudantes angustiados e aflitos. O exame está suspenso em todo o país, desde segunda-feira (8), seguindo decisão da Justiça Federal do Ceará, que afirma que os erros nas provas causaram prejuízo para os candidatos.
O G1 ouviu alunos do Cursinho Popular, em São Paulo, para saber o que pensam sobre a polêmica que envolve o exame que substituiu os vestibulares em grande parte das universidades federais do país. Confira as opiniões:
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ENTREVISTA

"O Enem é uma prova muita cansativa, só quem fez tem ideia de como é. Seria injusto obrigar todo mundo a fazer uma segunda prova. Deveria ser algo optativo, valendo a maior nota. Além do mais, é muito complicado dizer que o grau de dificuldade vai se manter. O tema da redação, por exemplo, pode ser muito fácil para alguém e extremamente dificíl para outra pessoa."
Luísa Helena Rodrigues, de 19 anos, quer cursar engenharia civil

"Estudamos muito o ano todo, deixamos de sair, ver amigos e de repente não sabemos mais se tanto esforço valerá a pena. A obrigação do governo era a de reforçar a fiscalização, caso contrário os estudantes ficam à mercê de um erro infantil. Fui bem na prova e acho desncessário exigir que todos refaçam o exame."
Felipe Eduardo Lázaro, de 20 anos, quer cursar ciências sociais

"O Enem é importante por causa da bolsa do ProUni e das oportunidades do SiSU. Mas mesmo que haja uma nova prova, a sensação é de insegurança, pois quem nos garante que não haverá mais erros e problemas?"
Juliana de Araújo Lima, de 23 anos, quer cursar letras

"Tenho a impressão que o governo deixa para preparar o Enem na última hora. Não é possível ter falha por falta de conferência. Desse jeito, cada vez mais, o exame perde credibilidade."
Jéssica Alves, de 18 anos, quer cursar letras
acompanhe a entrevista:
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